O que vim fazer aqui?

O que vim fazer aqui?

Você já parou alguma vez, na sua vida para se fazer a pergunta:

Qual o significado da minha existência?

Temos ouvido de seres iluminados que nosso maior desafio nesse planeta é o aprendizado do amor incondicional. Também, por conta da nossa herança judaico-cristã, temos vinculado essa missão a uma trajetória de sacrifícios, perdas e sofrimentos.

Será mesmo impossível atingir nosso propósito nesse planeta, sem sofrimento e culpa? Não creio ser esta uma verdade incontestável. Penso que culpa e sofrimento são decorrências de uma falta de conexão entre nossa identidade original, ou espiritual e o propósito da nossa existência.

Revisitando nossas crenças e valores, abrimos caminho para a compreensão do nosso propósito. Não, raro, ao fazermos essa caminhada, tomamos consciência de que somos seres espirituais vivendo uma experiência material na Terra e que todos temos uma missão comum nessa passagem pelo planeta, que é o aprendizado do amor. Entretanto, se não descobrimos nossa missão ou propósito individual, enfrentaremos dificuldades para avançarmos na tarefa coletiva.

Para sermos práticos, pode-se comparar o processo de expansão de consciência ao desenvolvimento de uma árvore, na qual as raízes são nossos ancestrais, memórias e heranças; O tronco são nossos valores e virtudes; os galhos representam nossos dons e talentos; as folhas a nossa capacidade de renovação. Quando conseguimos nos tornar canais do amor, dos galhos brotam flores e frutos que significam justamente o que viemos realizar, ou seja, o nosso propósito de vida.

Embarcar nessa jornada de autodescoberta, implica assumir a coragem de ser quem somos e realizar com amorosidade, livre de culpa e sofrimento, aquilo que viemos fazer aqui.


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